Encontros cubalenses

Boa tarde amigos Cubalenses.
Hoje casualmente encontrei o Aníbal Tomaz. Houve aquele tique natural de duas pessoas que se gostam. Naturalmente nos abraçamos. Um abraço prolongado. Nos primeiros minutos depois de várias divagações, ele disse-me: Sabe, eu já estou reformado. E de repente sobrevoou no meu cérebro uma nuvem que me disse em voz alta que era muito bom eu estar velho para rever o Anibalzito. Era assim com este diminutivo que eu o tratava e logo por acréscimo bailou a figura dele e doutros putos de calção dessa época e apareceram o Vítor Vieira , o Cristina, o Henrique Faria, o Alvarito e outros que me faziam andar de gatas no ringue do Ferrovia, mas que deslumbravam as noites de futebol de salão que despovoavam quási todas as residências da cidade.
Belos e bem belos tempos
Vamos todos rever-nos no LUSO e em MIRA.
Um grande abraço.
Gil Barros

“REGRESSO AO PASSADO” 34 ANOS VOLVIDOS…

ENCONTRO ENTRE OS “AMIGOS DE TODO O SEMPRE”…

Abel, Eduardo, Nando e Cila e seu neto

“Somos donos dos nossos actos, mas não donos de nossos sentimentos, somos culpados do tudo que fazemos, mas não somos culpados do que sentimos; Podemos prometer actos, mas não podemos prometer sentimentos... Actos são pássaros engaiolados, sentimentos são pássaros em voo”. (Mário Quintana)

"Odeio quem me rouba a solidão, sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia" (Nietzsche).
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“Desassossegados do mundo correm atrás da felicidade possível, e uma vez alcançado o seu quinhão, não sossegam: saem atrás de loucuras improváveis, aquela que se promete constante, aquela que ninguém nunca viu, e por isso sua raridade. Amam com atropelo, cultivam fantasias irreais de amores sublimes, fartos e eternos. São sabidamente apressados, cheios de ânsias e desejos, amam muito mais do que necessitam e recebem menos amor do que planeiam. Pensam antes de concordar e quando discordam, pensam que pensaram melhor, e com clareza uns dias e com a mente turva em outros, pensam tanto que pensam que chegam a pensar de estar a descansar. Têm insónias e são gentis, incomodam-se com as verdades imutáveis, riem-se quando bebem, não enjoam, mas ficam tontos com tanta ideia solta, com tamanha esquizofrenia, não se acomodando em rede, leito, lamentam apenas falta que faz uma paz inconsciente. Dormem de manhã. Já provaram o gosto da liberdade e sabem que é bem valioso, por isso têm asas prontas para voar. Acreditam no incrível, sonham com o impossível e riem um riso largo, como se soubessem de algo que é só deles. São donos de uma esperança sem tamanho e vão até o fim do mundo, se o destino é ser feliz”. “Basta-me um pequeno gesto, feito de longe e de leve, para que venhas comigo e eu para sempre te leve... Mas só esse eu não farei. Uma palavra caída das montanhas dos instantes desmancha todos os mares e une as terras mais distantes... Palavra que não direi. Para que tu me adivinhes, entre os ventos taciturnos, apago meus pensamentos, ponho roupas quentes e nocturnas, que amargamente inventei. E, enquanto não me descobres, os mundos vão navegando nos ares certos do tempo, até não se sabe quando... E nesse dia terei acabado... “Não precisa ser homem, não precisa ser mulher, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaros, do sol, da lua, do canto, de ventos e de canções das brisas. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar. Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, principal objectivo, deve ser o de amigo. Deve sentir-se amargurado pelas pessoas tristes e compreender o imenso vazio de solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer. Procura um amigo para gostar das mesmas coisas, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de todo um passado, de toda uma infância. Tem-se um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve-se gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beiras de estrada, do cheiro da terra depois da chuva, de se deitar na erva... Um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Um amigo que nos faça parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive”.
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“No manto deleitoso do nosso sonho, deixa-nos embarcar, sentindo a vibração incontida, de caminhar por trilhos de vento, de luas e sóis, até chegarmos ao nosso DEUS”. (Eduardo A. Flórido)


Eduardo Flórido
Feita de partículas de pensamentos estereotipados, pretendi, num dia especialíssimo e na companhia de outro grande amigo, de seu nome ABEL PARENTE , fazermos uma surpresa a um grande amigo e sua esposa, CARONA (kiko) e CILA, já que no dia combinado, os mesmos completavam 34, sim digo bem , trinta e quatro anos de casados e repletos de felicidade. Acto combinado, acto praticado aí fomos nós, felizes e contentes, relembrando destemperadamente as nossas e desculpem a expressão “sacanagens” de infância, ou mais ou menos, aquelas atitudes impensadas que todos nós volvidos anos, relembramos, mas alguns teimam em mostrar-se diferentes, por uma questão de honorabilidade social, que quer queiramos ou não, temos forçosamente de respeitar, pois atitudes e comportamentos cívicos, dizem apenas respeito a quem quer que seja, o interveniente. De consciência tranquila, um pequeno desvio até à cidade de Espinho, onde nos aguardava ansiosamente outro Cubalense de gema, AMADEU DA SILVA RAMOS. Abraços, lágrimas tudo à mistura, numa onda de confusões, que o tempo, essa máquina trituradora de todas as moléculas, não nos consegue fazer apagar, só a morte nos separará e mesmo essa com todas as interrogações, ainda me leva à esperança de um dia, nos possamos juntar a uma qualquer lareira, num cantinho lá do céu e rir-nos-emos, certamente, de anos passados, no exílio terrestre, onde dificilmente não se sente, a diferenciação de trato aos filhos de um DEUS MENOR.

O RAMITOS (EX-MANDRAKE), com mãos ágeis para a cozinha e com sapiência de mestre, presenteou-nos com um saborosíssimo arroz de cabidela, que caiu, sinceramente, talvez até pela companhia e adiantado da hora, como dos mais saborosos, até hoje comido. Depois do repasto e para bastante mágoa nossa, o MESTRE RAMOS, como havia sido combinado anteriormente, não nos pode acompanhar, o motivo: afazeres profissionais. Lamentando mas, entre mais uma recordação, e outra qualquer obra perpetuada, de difícil explicação, o coração aperta-se-nos: havia chegada a hora da partida, a mesma emoção, a mesma cordialidade, mas com uma tristeza aumentada, um amigo já havia ficado, e com tanto, tanto, para se falar e brindar, mas não faltarão ocasiões, certamente.

Daí, ao destino, somos ainda separados por algumas dezenas de Kms., mas com uma lágrima, no canto do olho, por deixarmos alguém da nossa geração, começamos a sentir o prazer de nos irmos apercebendo que a família do NANDO CARONA, estava a ficar cada vez mais perto... Durante o caminho mais uma paragem, para saudarmos um grande amigo do ABEL PARENTE (ex-colega na R.D.Congo ) e esposa, que nos presenteiam com um faustoso jantar e excelente companhia. Perfeito e aproveito aqui para um agradecimento muitíssimo especial à família em causa, numa simpatia exemplar, própria das nossas aldeias onde toda a pureza ali se junta, e a comunhão é de longe, uma forma de união fortíssima entre pessoas, diferente em todos os aspectos desta selva, de cimento armado. Agradecimentos, despedidas e finalmente o destino há muito traçado nesta Capital: Cidade de Gouveia.

Ali chegados e devido ao adiantado da hora, hotel, dormida e pequeno-almoço. Estou a fazê-lo, o ABEL ainda não saíra do seu quarto, eis que o telelé toca, do outro lado tb., se sente a emotividade, de GRANDES AMIGOS, que quis o destino separar, há algumas décadas, eh pá onde estão? Informo o NANDO de imediato diz que dentro de 20 mnts, estaria ali, para nos ir buscar, e ensinar-nos o caminho até à sua casa. O ABEL desce, conto-lhe do FERNANDO, acabo de comer à pressa e de imediato esperamos pacientemente a chegada do NANDO , que nos surpreende com a sua esposa CILA, por quem era acompanhado. Foi o delírio, entre, fortes abraços, emotividades sentidas, relembranças do passado, e muita, muita amizade sentida de lembranças inesquecíveis, os homens choraram por se aperceberem que de repente, recuaram no espaço e no tempo, e África estava ali à mão de semear, saiu tudo tão atabalhoado, mas tão real e em tão perfeita sintonia que de repente me apeteceu descalçar os sapatos e pedir um arco, a uma qualquer criança e fazer uma qualquer corrida, porque, o homem descera do seu pedestal e estava ali no meio da sua existência, de onde viera, de onde era feliz, de onde foi arrancado à força, pela força de outros homens, que em nome da LIBERDADE sem os escrúpulos de formação, que nós em ANGOLA tínhamos, felizmente e num capeamento DEMOCRÁTICO, nos lixaram (perdão) a vida a todos. Passemos à frente… Dali à casa do Carona, apenas um saltinho, e somos surpreendidos pela excelência de uma família, filhas 3, filho 1, genro e a bênção da família, o netinho, recém-chegado, para viver no seio do amor e da agradabilidade visível a olho nu, que existe numa forma de educação diferente, mas responsável daquela casa, sita algures em GOUVEIA.

Abel e neto do Nando e Cila Carona

O que se passou seguidamente, não será relatado, desde sempre, aprendi que as coisas, intimas e valorosas só tem essa mesma validade, quando na realidade, não estão ao alcance de todos, só dos intervenientes, e a esses cabe, a musicalidade sinfónica orquestrada, de todas as acções praticadas, boas ou más. Por isso, eu abri, NUM INTRÓITO INCONFUNDIVEL, com diversos pensamentos muito mais profundos, que eventualmente, possam parecer, eles apenas dignificam quem os viveu e ai eu dedico-os SEM SOMBRA DE PECADO, a esses dois maravilhosos amigos, CARONA e CILA, ou CILA e CARONA… ALI HÁ PARTE DO MEU PASSADO e TB., O MEU EXISTENCIALISMO PERSISTE EM DURAS BATALHAS INTERIORES…

Abel, Carona e Cila
Apenas EU, e o ABEL PARENTE, queremos de todo o coração agradecer, à família CARONA, a expressão máxima de conforto, beleza e todos os adjectivos qualificativos (na gramática portuguesa com tanto desacordo ortográfico ainda serão assim denominados?), pelo alvo de carinho com que nos fizeram o favor de presentear, neste dia de emotividades demasiadamente fortes, foi de rebentar… emotividade de alegria e pensamentos de nos fazerem rir e chorar, e importante, só com lembranças do passado.

A TODO SEM EXCEPÇÃO, e pelas lágrimas que por motivos vários foram vertidas, o meu mais sincero e elegante bem haja, a todos sem excepção, por esta partícula de espaço e tempo que ainda me formou muito mais como homem (continuarei a prender até morrer), o meu mais sincero e reconhecido, MUITÍSSIMO AGRADECIDO… E, ATÉ JÁ.

Embora o Amigo compincha ABEL, não esteja presente, sei que ele na República Democrática do Congo, pensará exactamente da mesma forma.

Cila, Nando, Abel e Liliana

Dois velhotes
Nota do administrador do blog:
O título da imagem acima é da inteira responsabilidade do Sr. E.Flórido.
Eventual reclamação deverá ser feita, junto do mesmo.
1. Eduardo Flórido (com neto da Cila e Carona)

Eduardo, pai babado
Nando e Liliana (filha)
Sandra (filha)


Eduardo A. Flórido

Clica na lâmpada.




Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Paulino Katchipia

Sou funcionário da Administração Municipal do Cubal, sou natural da Ganda e vivo no Cubal há 16 anos. Estou a escrever o perfil do Município gostaria encontrar que me ajudasse com a história do Cubal no período pré-colonial e colonial. Como sabem os antigos arquivos foram arrasados pela guerra. Cabe-nos agora reconstruir e reconstituir a história desta belíssima terra.
Paulino Katchipia
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Meu Caro Paulino Katchipia,
Apesar de teres nascido na Ganda, és mais um Cubalense que vem até ao nosso blog. É um privilégio enorme poder contar também com a tua visita e participação. Uma imensa felicidade acredita!O trabalho que estás a tentar fazer é também um dos objectivos deste blog: A (re)construção da nossa Terra Amada Cubal .Poderás contar com o meu apoio e acredito que muitos cubalenses e amigos do Cubal espalhados pelo mundo, farão o mesmo.Tens o meu e-mail. Poderemos trocar ideias e sempre que desejares dá notícias.Felicidades para o trabalho que te propões desenvolver e já sabes, naquilo que me for possível e estiver dentro dos meus conhecimentos, poderás contar comigo!Uma saudação especial cubalense e um beijo à Minha/nossa Terra!
Ruca
NB: O Paulo apesar de não se encontrar na Diáspora, mas na Terra Amada, fica inserido no tema "Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal" da Diáspora Cubalense.

"Efeitos" do nosso blog e amizade

Olá meu amigo!
Mais uma vez (e não me canso de repetir) MUITO OBRIGADO pela enorme emoção que me proporcionaste.
Na passada 6ª feira, falei finalmente (uma vida inteira depois) com a D. Antonieta. Eu e a minha mãe, que foi quem lhe ligou. Ela lembra-se de mim. Lembra-se de todos aqueles episódios envolventes ao meu nascimento. Eu, quase não consegui falar com ela, porque já antes de a minha mãe me passar o telefone, me "desfazia" em lágrimas de tamanha emoção. A D. Antonieta, coitada, do outro lado só me dizia. "Filha não chores" muito comovida... e eu pouco ou nada consegui dizer-lhe, do tanto que gostava de lhe ter dito. Pedi-lhe a morada para lhe escrever, porque acho que mesmo que tente lhe falar mil vezes, vou acabar por não conseguir, porque desato a chorar. Por isso, entre convites mútuos a nos visitarmos, pouco falámos, mas esta semana já lhe escrevo!

Um grande beijinho e MUITO OBRIGADO Ruca (nunca me irei esquecer, que TU passaste a fazer parte da minha história).
Mónica
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Lembram-se do apelo da Mónica? (podem rever clicando ). Aqui está o resultado! Com a devida autorização publico e partilho com todos vós o e-mail que me enviou.
Não é por qualquer tipo de presunção, que o faço. Tenho apenas um objectivo. É que este tipo de encontros e "partilha de emoções" (objectivo inicial preconizado para o nosso blog) se repitam na comunidade cubalense.
As palavras sentidas da Mónica dizem tudo! Subliminarmente poderei aferir das mesmas, algo que tenho apelado. Tentem contribuir para o nosso blog. Enquanto houver matéria para alimentar o mesmo (e eu sei que muitos de vós têm tanto para aqui partilhar) façam-no! Enquanto houver visitas ao nosso blog e as nossas memórias saírem do cofre onde entretanto, paulatinamente e ao longo dos anos, foram colocadas, mais casos como este irão acontecer. Estou certo disso, assim como estou convicto que a corrente está criada e todos vós irão contribuir para que os elos fiquem cada vez mais fortes.
Um abraço a todos e um beijinho à Mónica por tudo.
Ruca

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Maria José e Alberto Moura

Um grande abraço para ti e teus pais.
Continua a tua caminhada de recordações.
Os amigos
Alberto Moura (Ex-alferes no Cubal) e Maria José Moura

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Se há alguém de quem me lembro bem, é este casal amigo.
O Alberto e a Maria José Moura e a sua inconfundível simpatia, agora na terra bonita do Crato.
Meus Caros,
Bem vindos ao nosso espaço e obrigado por fazerem parte desta "caminhada" de recordações. Continuem sempre presentes!
Meus pais agradecem e retribuem as saudações.
Da minha parte um forte abraço cubalense.
Ruca

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Rui da Silva Moreira

Olá a todos.
Saí do Cubal com 10 anos. Hoje tenho 44 (quase 45 anos).
Recordo com saudade os tempos mais felizes da minha vida.
Sou filho de Fernando da Silva Moreira que era polícia e de Edite Sagradas da Silva Moreira (que era modista).
Nunca mais soube dos meus amigos de infância (Céu, Casimiro, Hélder e tantos que o tempo apagou o nome da memória.
Se alguém se lembrar dos meus pais, eles ficarão contentes com notícias.
Bem hajam a todos.
Ahh com que saudade recordo a professora Olívia da escola primária.
Alguém tem notícias?
Um abraço
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Caro Rui,
Em boa hora vens até nós.
Certamente alguém se lembrará dos teus pais e dará notícias. Relativamente à Profª Bia (Olívia), de quem tão boas recordações temos, se vires bem quer no Livro de visitas, ou aqui na Diáspora cubalense, encontrarás notícias, uma vez que ela e família são visitas participativas do nosso blog . O email também consta na listagem.
Aparece sempre!
Um abraço
Ruca

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Freitas Vicente

Sou filho do falecido Professor Barnabé, que esteve no Cubal muitos anos a dar aulas no ciclo preparatório, em trabalhos manuais.
Um abraço para todos os cubalenses.
Gostava de trabalhar nessa terra amada.Sou mecânico de 1ª multi marcas.
Conheço o Senhor Victor Pena e estive com ele no Huambo um grande abraço para esse amigo.
***
Bem vindo Freitas Vicente.
Aparece sempre, participando se possível.
Grande abraço
Ruca

Curiosidades- Rua do Cubal

Esta, descobri-a na net. Fiz a Edição da mesma, transformei a perspectiva e aí está! Não é montagem. Existe mesmo. O seu proprietário, Fábio dos Santos, não se importará certamente. Fica em Vale Nogueira,perto de Fornea, Coimbra (Portugal) . Tem outras fotos com o seguinte título: "Casa tio Osvaldo Serra". Fiquei curioso. Pode ser que alguém dê sinal!

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Dane Fredenburg

Caro Rui,
a sua blog e as imagens são fantásticos.
Morei em Cubal de 2001-2003 e sempre tentava imaginar o que a vida era naquela época. Obrigado.
Dane Fredenburg
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O Dane, simpáticamente enviou-nos as palavras acima. Já lhe respondi por e-mail.
Em pesquisa na Net, verifico que faz parte de uma organização Humanitária - a CRS http://www.crs.org/ com sede no USA que presta assistência a pessoas em mais de 100 países e territórios com base nas necessidades, independentemente de raça, nacionalidade ou credo.
O Centro de Competências e Aprendizagem Projeto Vida, centra-se em 27.000 jovens de comunidades marginalizadas em Benguela, Cubal, Ganda e Lobito, incentivando-os a participar em actividades de aprendizagem destinadas a reduzir a propagação do HIV e para ajudar a construir uma vibrante sociedade civil. Estas actividades têm lugar em 4 centros aprendizagem localizados nessas comunidades.

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Celeste e Vítor Alves

Olá a todos os cubalenses, de nascimento ou de coração.
Sou Celeste Alves, mulher de Vítor Alves e fui professora na Esc. Trindade Coelho. Vivemos no Lobito, depois de termos estado em Portugal uns anos e através do blog do Ruca, já contactei com algumas queridas pessoas do Cubal.
Mal reconheço nas fotografias as mulheres e homens em que se tornaram as crianças e jovenzinhos que conheci tanto na Escola como no Recreativo, onde o Vítor e eu tivemos uma equipa de mini-basquete.
Se alguém se lembrar de nós e quiser dar notícias, agradecemos.
Um abraço, especialmente para ti, Ruca, mentor deste grande projecto, assim como para os teus pais, Raul e Júlia.
Celeste Alves (endereço de email já actualizado em 28/4/2009)
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Queridos amigos Celeste e Vítor Alves,
Que enorme prazer saber de vós! Que bom saber notícias de amigos com quem convivemos no nosso querido Cubal.
A Internet dá-nos este privilégio. Não existem barreiras geográficas. E as que existem, o nosso blog encarrega-se em derrubá-las! É com emoção que recebo as V. notícias vindas dessa terra bonita do Lobito e seus flamingos.
Lembro-me muito bem de vós. Já falei com os meus pais que, comovidos, vos enviam um forte abraço.
Espero que venham sempre ao nosso espaço. Se possível, no futuro, com alguma história ou testemunho que enriqueça o mesmo. Senão, apareçam sempre!
Forte abraço com saudades.
Ruca
nb.: Venham ao Encontro!

Homenagem póstuma ao Dr. Rosário Pinto

Dr. Rosário Pinto
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Os dias passam e com eles nós também vamos passando!
Mais um amigo se foi.
Não era pessoa que saboreasse elogios, mas não resisto a prestar-lhe aqui, no nosso blog, esta póstuma homenagem.
Ele leccionou com a saudosa Dra. Cecília e Dr. Faria, ajudando a construir muitos dos jovens dessa época.
No plano cultural, ensaiou e levou à cena, diversas peças de teatro, no Clube Ferrovia, dando ensejo a que nascessem bons actores cubalenses.
Ainda recordo o refrão, duma dessas peças:


“ Os teus olhos negros, negros,
São gentios, são gentios da Guiné
Da Guiné por serem negros,
Gentios por não terem fé.”

No desempenho da sua nobre profissão, foi sempre prestável a quem o procurava.
Acabou os seus dias, na sua querida Goa.
Coragem Dª Laura.
Um abraço idêntico para a Cristina, Elisabete e Paulo.
Um sentido ADEUS, ao amigo ANTÓNIO CELESTINO DO ROSÁRIO PINTO.
Gil Barros

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Helena Carvalho

Olá Ruca
Depois de ter descoberto o teu blog tornou-se obrigatório visitá-lo diariamente.Nasci e vivi no Cubal 17 anos como tal conheço quase todos os que por lá passaram,alguns dos nomes já estão num cofre forte mas vão saindo aos poucos.
Envio algumas fotos para juntar ao álbum dos cubalenses e obrigar a mais um exercício de memória.
Um beijo para todos
***
Olá Helena!
Que bom teres aparecido no nosso espaço. E de que maneira o fizeste! Belos 13 testemunhos nos envias. Irei tratar dos mesmos e partilhar pela nossa comunidade, obrigando a mais um exercício de memória. Muito Obrigado pelo enriquecimento do nosso blog.
Aparece sempre . Um beijo e abraço à família.
Ruca

Encontro de Cubalenses em Fátima em 1986

Encontro de Cubalenses em Fátima em 1986.
Nomes:???

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Carlos Manuel Dias Henriques da Silva

Olá Ruca !
Sou o Carlos Manuel Dias Henriques da Silva.
Fiquei muito contente quando encontrei o blogue do Cubal. Vou tentar partilhar as minhas memórias com os cubalenses.
Morei na Rua do Parque, em frente à escola primária nº40, onde estudei, a minha professora era a D.Lurdes. Frequentei também a Escola Industrial D. João II.
Os meus vizinhos eram o Gi Vilares, Dadinho, D.Maria, Zinha, Mizé, Fernando Matias, Vonita, Sr.Martins (da administração), Zézito, Tonito (filhos do Sr. Garruço), entre outros. O meu pai é o Edmundo Nunes da Silva (ex funcionário do CFB), foi treinador do Recreativo do Cubal e da Ganda e minha mãe, Maria do Céu era cliente da cabeleireira Júlia. Minha irmã é a Belinha e o meu cunhado é o Pica mais velho.
Nunca imaginei que pudesse voltar atrás tantos anos e reviver todos aqueles momentos tão felizes, que agora trazem muitas saudades. Com as fotografias que vos envio, espero que consigam, tal como eu, recordar esses velhos tempos.
Actualmente moro no concelho de Almada (Charneca da Caparica),na margem sul do Tejo.
Gostaria imenso de comunicar com a malta toda, colegas de escola, vizinhos e outros amigos cubalenses.
Um abraço,
Carlos Silva

No Cubal ........... Em 2009
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Caro Carlos Silva,
O fim de semana começou bem para mim e estou certo para todos os cubalenses. Temos mais um amigo cubalense que nos visita e a partir de hoje, também como participante. Só poderemos estar felizes. Belos testemunhos que envias. Irei tratá-los e publicar. Falarei aos meus pais, sobretudo à minha mãe Júlia, que certamente se lembrará da cliente e amiga Maria do Céu.
Recebe um abraço e aparece sempre.
Obrigado
Ruca

Não te fies nas aparências

A vida oferece-nos surpresas agradáveis e outras muito menos boas. No entanto reconheça-se, muitas vezes só somos alguém, independentemente daquilo que se faça, QUANDO SOMOS A GRAXA CONSTANTE DE QUEM ESTÁ ACIMA DE NÓS. Aí, no entanto, existem valores de formação, vinda de gerações anteriores, que nos obrigam, inúmeras vezes, a não seguirmos caminhos antecipadamente traçados, já que a rebeldia existente em cada um de nós leva-nos a formar a nossa própria personalidade. Com o decorrer dos anos sentimos injustiças, factos inconcretizaveis, mas mantemo-nos próprios, e não adulteráveis, puros e essencialmente de consciência tranquila. Eu felizmente durmo descansado, por esse facto, depois de ter visto o que vi, não me envergonho de dizer, chorei, chorei, ( apesar de me saber bastante homem ) por sentir que embora tardiamente ainda há maravilhosidades que acontecem, apesar de certas petulâncias, que nos dão a perceber, como é pobre o espírito humano em certas mentalidades decadentes, apesar de carinhas larocas, com que se apresentam e senão vejam, vejam por favor e exultem... Bem hajam
Eduardo A. Flórido
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O meu Tio Eduardo A. Flórido, faz anos hoje. Mas a prenda foi ele que me ofereceu, enviando o e-mail que acima transcrevo, com o link para um vídeo no You Tube, que aconselho visualizarem.
Não me alongo muito mais. Apenas relembrar a lição sabida, de que nunca devemos avaliar alguém pela sua aparência. Quantas vezes verificamos pessoas lindas por fora, mas um verdadeiro horror de mentalidade, conversa, egoísmo, etc.?
Obrigado tio Eduardo, gostaria que viesses mais vezes ao nosso espaço.
Um abraço e parabéns pelo teu dia.
Ruca

Procura de cubalenses

Há muito tempo que procuro a família Faina , cujo marido é o Carlos Faina.
Este senhor era ferroviário e estava no Cubal.
A família residia em Nova Lisboa, no Bairro de Benfica no ano de 1963.Tinham na época dois filhos, a Deolinda e o Carlos.
Tinham uma cadelinha, a Jóia, que ficou connosco quando a família veio a Portugal passar férias.
Mudámo-nos para Silva Porto, e perdemos-lhe o rasto, pois, em 1966 regressámos a Portugal..
Eu brincava muito com a Lina.
Agradeço o contacto deles.
Se for possível localizar a família Faina o meu email é: mariasdabreu@gmail.com

Hoje descobri este vídeo

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Mónica Antonieta Mata (filha de Celeste Pires)

Olá Ruca!
Estive no seu blog do Cubal por curiosidade e tal como aqui, deixei uma mensagem com um apelo... Chamo-me Mónica Antonieta Mata e nasci pelas mãos da Exma. Sra. Antonieta Espinho, no Cubal a 28/07/1972, da qual "herdei" o nome, por reconhecimento aos muitos cuidados prestados durante parto, porque a minha mãe (Celeste Pires) quase morreu... e quanto a ela, se não o profissionalismo e amabilidade da D. Antonieta, teria mesmo falecido.Vim de lá apenas com 2 meses, dado que volta e meia, movida pela curiosidade de conhecer a "terra que me viu nascer", ter dado acidentalmente com o seu blog e as lindíssimas fotos, terra essa, sem dúvida mágica e encantadora.
O meu apelo é o seguinte: Há anos que procuro encontrar (igualmente movida pela enorme curiosidade e porque lhe herdei o nome) a D. Antonieta, seria possível ajudar-me?
Há uns anos (longos) a minha mãe tentou saber dela e do pouco que conseguiu saber (se é que conseguiu mesmo, era que estava em Espinho, é verdade?)
Podia -la em contacto comigo? Talvez se lhe falar no meu caso ela se lembre?! Eu nasci muito comprida e ela dizia, que se a minha mãe não voltasse para Portugal, que eu ainda seria Miss Angola por ter nascido assim tão comprida. LOL
Se a encontrar, fale-lhe de mim, por favor e dê-lhe o meu contacto.
Desde já agradeço toda atenção dispensada.
Um abraço,
****
Olá Mónica,
Bem vinda cubalense! E obrigado pela linda mensagem que envias. É fantástica! É por esta e outras que o nosso blog tem de continuar sempre!
És uma pessoa com sorte, aliás somos todos os cubalenses. Porque a Enfª Antonieta Espinha, que ajudou muitos de nós a nascer e não só, é presença assídua dos Encontros no Luso. Tentarei obter o nº de telefone e depois falamos.
Pode ser que te encontres com ela no próximo Encontro. Entretanto vai-te familiarizando com esta foto ( clica aqui :Antonieta no Encontro do Luso em 2008).
Um abraço, até breve e aparece sempre.
Ruca

Nota e apelo da Anabela Borges - Prof. Franklin Ivens

Foi com grande tristeza que soube por meio deste nosso blog, da notícia do Prof. Franklin Ivens. Lembro-me das manhãs de Domingo, em que junto com o meu pai, o Prof. Franklin e outros Cubalenses, se juntavam na esplanada do Mina, para aí passarem belos momentos de conversa, onde a alegria e energia deste HOMEM, era ímpar!Em meu nome, do meu marido Victor Oliveira(Filho do Zé Manel) e do meu pai, Fernando Borges, aqui deixo os nossos sentidos pêsames à esposa e filhas do Prof. Franklin, um CUBALENSE que muitas recordações deixa a todos quantos tiveram o privilégio de o terem como AMIGO e Professor!Aproveito também, para, deste modo, deixar um apelo a TODOS os CUBALENSES: a vida realmente prega-nos partidas!Umas boas, outras menos boas e muito tristes, como esta...É por tudo isto, que cada vez mais nos devemos juntar e viver intensamente, TODAS as oportunidades que temos de nos reencontrar!Aproveitemos os nossos ENCONTROS(o do LUSO e o dos ANTIGOS ESTUDANTES), para que depois não tenhamos o "gosto amargo", de sabermos que as pessoas com quem vivemos e convivemos durante um período da nossa vida, desaparecem, sem que tivéssemos tempo de lhes dizer o quanto gostávamos delas e o quanto foram importantes para nós, por esta ou aquela razão. De certo que muitos dos seus alunos do Cubal, têm gratas recordações do Prof. Franklin. Era uma homenagem bonita, que neste "nosso" cantinho, se recordasse este professor e outros que já desapareceram do nosso convívio.
Anabela Borges

Para reflectir

Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas. Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar. Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis e um exército de professores, explicadores,educadores e psicólogos,como se a criança fosse um potro de competição.Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida , mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito.É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho,os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho. Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac. É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima. Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a FELICIDADE.
João Pereira Coutinho, Jornalista

Uma notícia triste.

Comunico a todos os cubalenses que faleceu no dia 9 de Abril, Quinta feira, o nosso amigo Franklin Ivens.
Aproveito para endereçar à família os meus sentidos pêsames.
Que descanse em paz.
Jorge Abreu

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Obrigado Jorge
É com muita tristeza, que damos esta notícia.
Os sentidos pêsames à família Ivens.
Paz à alma do nosso amigo Franklin Ivens.
Ruca

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Zé Duarte (GRANDE ex-guarda redes do Recreativo do Cubal)

É muito bom rever estas fotos e lembrar o passado.
Desejo uma excelente Páscoa a todos os cubalenses.
"Aquele que perdeu a fortuna, não perdeu nada; Aquele que perdeu a saúde perdeu alguma coisa;Aquele que perdeu a coragem perdeu tudo"
Deixo-vos aqui o meu contacto: 96 626 43 06
Boa pascoa Cubalenses.
Que saudades...
Grande abraço.
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Caro Zé Duarte,
É um imenso privilégio, contar com um amigo que nos habituámos a admirar como guardião das balizas do nosso Recreativo.
Aparece sempre amigo. Conto com a tua presença e colaboração se possível.
Saudações
Ruca

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - Manuela Rosário

Olá Ruca
Sou a Manuela.
Não nasci no Cubal, mas vivi lá entre 1966 a 1978 tenho 43 anos.
Tenho boas lembranças de infância estudei na Escola Primaria 40 c/ a prof Lurdes Vilares.
Gostei de ver as fotos do Cubal incluindo a minha casa.
Parabéns !
Manuela Rosário

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Olá Manuela,
Obrigado!
Bem vinda ao Cubal virtual.
Aparece sempre. Se tiveres alguma história ou algum testemunho que queiras divulgar, este lugar também é teu.
Saudações
Ruca

Arte da Paz III - A Cultura e a Solidariedade entre Angola e Portugal - de 4 a 17 de Abril 2009 no Chiado - Lisboa


A Fundação SOUSA PEDRO e a AMBERGOL sentem uma profunda e genuína satisfação e um legítimo orgulho por se poderem associar - em fraterna e solidária parceria! - à feliz e oportuna iniciativa dos Serviços Culturais da EMBAIXADA DE ANGOLA EM PORTUGAL, ao promoverem no nosso Espaço Cultural do Chiado, mais uma edição da celebração da FESTA DA PAZ ao mesmo tempo que se apresenta ao grande público a Exposição Colectiva da Artistas Plásticos Angolanos "ARTE DA PAZ III"!
Tudo isto, comemorando verdadeiros laços de Amizade e Cooperação, entre Povos Irmãos - entre Angola e Portugal -, países com relações fortes, duradouras e em pleno estádio de maturidade, em perfeita sintonia nas visões do passado, do presente e do futuro... que se quer e deseja de maior e melhor prosperidade, bem estar e ser, tanto no campo económico, social e, sobretudo, cultural, pois sem Cultura — a autêntica cultura da constante troca de conhecimentos, experiências e vivências! — não se pode, com propriedade, aceder a um equilíbrio, uma harmonia, um enraizamento, uma plena integração, um estado de alma que eleve o Ser Humano, acima dos simples interesses materiais.
Através das Pinturas e Esculturas de ANTÓNIO MAGINA, ARLETE MARQUES, ANTÓNIO TOMÁS ANA - ETONA, VERÓNICA LEITE E CASTRO, KAPTINE, ELEUTÉRIO SANCHES, NANÁ SUZANA CHIPILICA DE ALMEIDA - NANÁ, ZAN ANDRADE e ZIZI FERREIRA (alguns dos mais representativos e emblemáticos nomes da nova geração de reconhecidos, premiados e aplaudidos Artistas Plásticos Angolanos da actualidade), todo o Chiado - alfacinha, histórico, boémio, tradicional e poético! - se enche de novas formas, novos vocabulários, novas expressões de uma viva, salutar e dinâmica visão do mundo, com um olhar africano, uma maneira de estar e de ser (também!) europeia, uma cidadania responsável e universalista, mas acima de tudo, com uma qualidade estética e uma leitura de contemporaneidade que orgulha os responsáveis por mais esta iniciativa que traz a Lisboa, as cores, as formas e os movimentos de uma Angola que, tal como as varinas de Almada Negreiros, se nos mostra sensual, sedutora e inteira...

Vítor Escudero
(da Academia Nacional de Belas - Artes)

Consagrar a Floresta

O silêncio dos imbondeiros ou então o "chuachualar" das mulembeiras que testemunhamos nascer no universo de Angola, terra-mãe, mãe de muitos filhos, dos quais são originários este diversificado grupo de artistas, que trazem o fruto da sua criatividade, aqui bem no coração de Lisboa, amiga e acolhedora, para que se possa usufruir as cores e as formas desta atmosfera, que, pintamos, esculpimos, cantamos e dançamos, de panos!
Todo esse simbolismo encerra o ideal da concórdia, de que todos somos guardiões.
Bem-haja Arte da Paz sempre!

O Comissário
António Magina

Notícias dos Cubalenses e amigos do Cubal - JOLIRA

Valeu a iniciativa,
Cubal sou eu, Cubal é meu. É ali onde em 01-01-1971 ficou e está o meu umbigo, por isso quando coisas do género se ergue, ergue-se também a eficácia do meu eu. Não importa quem o faz, mas sim no espaço do Cubal e de todos dos Cubalenses e para todos amigos do recanto do meu CORAÇÃO - Cubal.
Brother aquele abraço!
Cuidemos bem desse património.
Aquele forte abraço do CUBALENSE a partir da terra da palanca negra
JOLIRA
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O JOLIRA colocou a mensagem no post Inaugurado hotel no município do Cubal.
Mais um amigo cubalense que nos visita desde a Terra Amada!
Bem vindo Jolira ao teu/nosso espaço.
Vamos também cuidar do nosso património, que são os testemunhos da nossa Cidade e que aqui vão sendo partilhados.
um grande abraço, meu irmão cubalense!
Ruca